25 de novembro de 2011

Novo Hospital Mater Dei terá 30 mil atendimentos mês

Hospital Mater Dei (Divulgação)
Antônio de Pádua

Nova Unidade do Hospital Mater Dei está sendo construída no antigo prédio do Mercado da Barroca, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Serão 310 vagas de estacionamento, 15 salas de cirurgia, CTI com 70 leitos e pronto- socorro.

A obra vai permitir, ainda, a ampliação do setor de oncologia do Mater Dei. De acordo com José Salvador, presidente e fundador do hospital, a fundação vai manter os dois prédios, que poderão atender melhor os pacientes e médicos: “Hoje nosso pronto-socorro é bom, um dos melhores da capital, mas é pequeno. Agora teremos dois, o que vai facilitar o atendimento e tratamento de doenças”.

Para dar continuidade ao compromisso de atender, da melhor maneira possível, os clientes e pacientes, o Hospital Mater Dei adquiriu, em dezembro de 2010, um terreno de 7.800 m2, em leilão realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. No local, será construída uma nova unidade, com aproximadamente 310 leitos, voltada para tratamentos diversos: cirurgias de alta complexidade, doenças oncológicas, crônicas, degenerativas, atendimentos de urgência e emergência, entre outros.

Próximo da sede atual, o novo edifício será na avenida do Contorno, entre as ruas Uberaba, Gonçalves Dias e Alvarenga Peixoto, em Belo Horizonte, onde antes funcionava o mercado distrital do Barroca.

A localização é estratégica e privilegiada, porque há ligação com importantes vias e avenidas, facilitando o acesso, principalmente em casos de urgência. Essa aquisição foi feita para possibilitar a expansão do Hospital, atualmente com dois blocos interligados, totalizando 335 leitos, com índice de ocupação crescente e, em várias situações, superando a quantidade de leitos disponíveis.

Essa realidade tem sido uma tendência no setor de saúde em âmbito nacional, devido ao aquecimento da economia, número de pessoas que possuem planos de saúde e também ao envelhecimento da população e aumento da expectativa de vida.  Além dos benefícios que ampliam a assistência médico-hospitalar, serão criadas novas oportunidades de formação de mão de obra e postos de trabalho, resultando em crescimento social, econômico e promoção da qualidade de vida da população

O projeto já está sendo desenvolvido pela empresa Zanettini - Arquitetura Planejamento Consultoria, sediada em São Paulo, com 50 anos de mercado e mais de 1.200 projetos em diversas áreas. É especializada em construções que incluem desenvolvimento sustentável, arquitetura contemporânea, conservação ambiental, eficiência energética, tecnologia não poluidora, racionalização de consumo e qualidade ambiental interna e externa, que utiliza condições ambientais naturais.

A nova unidade do Mater Dei está construída numa concepção dinâmica, visando oferecer aos clientes conforto por meio de soluções prediais inovadoras, com plano urbanístico local, prevalecendo os conceitos avançados de modernidade e preservação da maioria das árvores já existentes no local, algumas quase centenárias.

A construção já começou e o terreno está na terraplanagem para ganhar o nono centro hospitalar. O espaço do antigo mercado foi negociado por R$ 53 milhões, através de leilão realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte. O médico, fundador e atual presidente do Mater Dei, José Salvador Silva, diz que a nova unidade será mais uma opção de assistência à saúde para a Região Metropolitana de BH, já que a atual sede do hospital é menor: “A nova filial está sendo construída para atender aos anseios dos pacientes, funcionários e convênios. Estamos com uma ocupação muito alta, quase 100%. Nossa preocupação agora é com o bom atendimento humanizado, com conforto e segurança. Foi por isso que decidimos por uma nova unidade do Mater Dei, que vai intensificar ainda mais o atendimento à população”, diz.

Os gastos com a compra do terreno e construção do hospital são altos. Segundo moradores da região, a nova unidade do Mater Dei trará, além de acolhimento hospitalar, mais tranquilidade e movimento ao entorno, uma vez que, após às 18 horas, o ponto era considerado perigoso para quem transitava pelo local.

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